domingo, 25 de julho de 2010

Amargura

Esse é antigo, 06/06/2009. a pedidos da KArol...

Cheiro de sangue e morte, gosto amargo de fel. Palavras escondidas no tempo, em sonhos que se foram ou que ficaram trancados, em corações amargurados.
Linda fumaça cinza que mata e acalma, sons distantes e alheios, alheios ao tempo e ao mundo em que se vive, sobrevive.
Todos os sentidos mudos, cegos, surdos, ocultos na escuridão, de um calado coração que não sabe mais amar.
Ser terno, ser eterno, apenas um ser externo que não sabe mais a razão. Dilemas profundos, pensamentos de uma mente paralisada, transtornada.
E de repente aquela mesma solidão, em que no meio da multidão tudo congela, ou acelera e não se consegue acompanhar, e resta só desilusão.
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